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Sobre o blog:
Todo dia uma dica diferente de filme empoeirado ou pouco conhecido para pessoas de gosto refinado. Autores: Ailton Monteiro Carlos Primati Carlos Reichenbach Diogenes L. Cesar Fábio S. Ribeiro Fabrizio Barberini Fernando Veríssimo Gustavo Cavinato Heráclito Maia Leandro Caraça Milton do Prado Otávio Moulin Vébis Jr. Vinnie Bressan Entre em Contato Semanas Anteriores: Pages: 1 2 3 4 5 6 7 |
17/04/05
AVISO! #
10/04/05
AVISO SOBRE A ATUALIZAÇÃO! #
06/04/05
CINE APELAÇÃO: Yakuza Keibatsu Shi # ![]() Sinopse: Três episódios com histórias envolvendo violações aos códigos de ética da Yakuza. Comentários: Teruo Ishii é conhecido no Japão como o “Rei do Cult”. Aos oitenta e um anos, ele continua na ativa, dirigindo vídeos independentes. Mas nas décadas de sessenta e setenta, foi responsável por verdadeiras pérolas da apelação cinematográfica, sob o aval do estúdio Tohei. Apesar de não ser historicamente o pai da violência explícita em película – esta honra é de seu amigo Nobuo Nakagawa, o grande mestre do horror japonês- Ishii foi o cineasta que levou o cinema nipônico ao extremo. Talvez suas atrocidades fílmicas somente tenham sido igualadas (ou superadas) na década de noventa, com Takeshi Miike. Dono de uma extensa e eclética filmografia que abrange gêneros diversos como terror, policial e até ficção científica, talvez o cineasta ocidental cuja obra mais se equipare à sua seja Lucio Fulci, com a diferença que Ishii já mostrava sangue e tripas na tela bem antes do italiano. Yakuza’s Law apresenta episódios onde é mostrando o destino cruel dos membros da Yakuza que infringem as leis internas da organização. A abertura do filme já é um showcase de atrocidades, mostrando nos créditos iniciais cenas de torturas cometidas nos três períodos históricos que o filme abrange. Quando vemos coisas como um oriental tendo seu olho queimado com uma lupa contra a luz do sol, ou outro tendo a testa marcada por ferro quente, sabemos tratar-se de um filme do Teruo Ishii. A primeira história se passa no Japão feudal, talvez abrangendo os primórdios da Yakuza, e mostrando o que acontece quando se viola as leis de não roubar o chefe e não se envolver com mulher casada. Dois clãs travam uma batalha, observados por um dos líderes. Dentre os combatentes, vemos dois que se escondem entre os arbustos. Enquanto um foge em pânico, outro se revela um verdadeiro trapaceiro: ri dos companheiros que arriscam a vida na batalha e, ao final, pega um cadáver e o golpeia com a espada para fingir que lutou. Para encurtar a história – complexa para um segmento de apenas trinta minutos - o chefe do clã descobre que o guerreiro em pânico não o honrou na batalha, e resolve castigá-lo. Um outro, apaixonado pela irmã do fujão, acaba assumindo a culpa, e é punido em seu lugar com a tradicional amputação de dedo. No final, três samurais são torturados, depois de um enredo envolvendo furto à casa de jogo do chefe, adultério, chantagens, e estupro. Inacreditável a cena onde um dos samurais arranca o próprio olho e joga na cara do chefão, antes de partir para cima dele. O segundo segmento mostra as conseqüências de prejudicar o clã e retornar após ter sido banido. Situada no início do século, num período de transição – os mafiosos ainda usam quimonos e espadas, mas já possuem cabelos curtos – a grande diferença é o surgimento das autoridades, perseguindo os criminosos. Ogata, membro de uma das facções da Yakuza, invade a mansão de um clã rival sem o consentimento de seu chefe. Mas tudo não passava de uma armadilha arquitetada por um de seus colegas, Iwagiri. Com isso Ogata é expulso da organização e banido de seu bairro, acabando por ser preso pela polícia. Após passar três anos no xadrez, ele retorna e descobre que sua mulher arrumou com um outro homem. Quando seus antigos companheiros de crime, liderados por Iwagiri, o encontram, além de aplicarem uma punição – esfolam sua mão entre duas garrafas quebradas – ainda armam um duelo entre ele e o amante de sua ex-mulher. Ao final, Ogata descobre o plano de Iwagiri e se vinga. A última parte do filme nos leva ao final dos anos sessenta. Agora em um cenário urbano contemporâneo, espadas dão lugar a pistolas. Este é o trecho mais interessante do filme, mas também o mais confuso. Aqui vemos que mentir e tentar destruir a organização implica em eliminação. O segmento abre com os mafiosos capturando e dando o devido corretivo em um traidor que roubou uma maleta com barras de ouro de seu chefe - inacreditável a cena onde o chefão, a bordo de um helicóptero, arrasta o homem às margens de um lago, esfolando-o vivo. Infelizmente, este episódio final sofre do mesmo problema do primeiro, muita coisa para pouco tempo, deixando tudo corrido e confuso. Resumindo, o que segue é uma história sobre traição apresentando japonesas seminuas, tiroteios e perseguições de carro entre gangues rivais e um matador de aluguel cobrando por serviços não pagos, todos em busca da maleta com o ouro. Cabe ressaltar o impagável o método de detecção de traidores utilizado pelo mafioso que fica brincando com um iô-iô e assoviando repetidamente o tema do filme – através do cheiro – e o desfecho antológico e sacana, digno de um Sergio Leone em seus momentos mais inspirados. Apesar de este ser um filme problemático, que não representa o melhor de Ishii, nem por isso é um filme ruim. Yakuza’s Law acaba se tornando interessante, até pelo inusitado de mostrar a evolução histórica da máfia japonesa. A sensação que temos é que, com o passar das décadas, os membros da Yakuza se tornaram cada vez mais desonestos e cruéis, pois nos primeiros segmentos, vemos ainda certa honra nos protagonistas. - Fábio S. Ribeiro Ficha Técnica: Título Original: Yakuza keibatsu-shi: Rinchi - shikei! Título(s) Alternativo(s): Yakuza’s Law: Lynching; Joy of Torture: Yakuza Law Título Nacional: Direção: Teruo Ishii Elenco: Teruo Yoshida, Ryutaro Otomo, Bunta Sugawara, Masumi Tachibana Ano: 1969 País: Japão Duração: 96 minutos Onde Conseguir: Na loja online HK Flix ou no Putrescine. Próxima Atração: Amanhã em Sala de Tiro, um clássico de John Carpenter com remake que estréia na sexta-feira. at 06/04/05 3:01 PM Comentários (56)
05/04/05
BYE BYE BRAZIL: As Taras do Mini-Vampiro #
03/04/05
SESSÃO DUPLA: Tubarão Cruel # ![]() Sinopse: A mesma de O Último Tubarão. Comentários: Como contei na resenha de O Último Tubarão, a picaretagem que ocorria nos estúdios italianos em tempos passados era braba. O Último Tubarão parecia o auge do quão baixo poderia chegar o nível, já que o filme praticamente refilmava, cena a cena, o sucesso Tubarão, de Steven Spielberg. Porém, no que se diz em quebrar os limites (de baixo), há apenas um nome que REALMENTE mostra o quão baixo pode se chegar: Bruno Mattei. Como explicar o que é Tubarão Cruel (que chegou a passar nos cinemas de algumas cidades do Brasil, pasmem! - e eu vi!) para o espectador? Bem, digamos, temos os filmes Tubarão, Tubarão 2 e O Último Tubarão, certo? As cenas de ataque desses filmes são bem legais, certo? Que tal se a gente pegasse TODAS as cenas de ação de O Último Tubarão, para disfarçar a gente pega também uma ou outra dos dois primeiros Tubarão, e nas cenas de "não-ação" a gente criasse uma historinha babaca qualquer e voi lá, temos um filme novinho em folha. Parece absurdo, não é mesmo? Pois foi EXTAMENTE isso que o nosso amigo Bruno Mattei fez. Nem Ed Wood seria capaz - ou não tinha pensado nisso antes. O legal é que não há a mínima conjuntura nessa salada toda. Como no filme do Castellari haviam alguns closes nos atacados pelo bicho, Mattei teve de cortar alguns planos de algumas cenas de ação, sendo que muitas ficaram totalmente incompreensíveis. E a história que Mattei bolou entre uma cena sangrenta e outra não tem absolutamente nada a ver com nada: narra a história de um clone italiano do Hulk Hogan que tem um criadouro de golfinhos e corre o risco de perdê-lo por não ter dinheiro para pagar a hipoteca do lugar (originalíssimo, não?). A única coisa que cria um elo entre os ataques do tubarão e a sub-trama do parque aquático prestes a ir à falência é o fato do filho do protagonista ser surfista e por isso estar na água o tempo todo, o que preocupa o pai, já que há um grande tubarão branco à solta (não estou pondo o nome dos personagens pois muitos nem o tem). Por isso mesmo, é hilário às vezes a cara de medo dos personagens à beira da praia juntas com cenas de ataque que acontecem em pleno alto-mar. Só Mattei tem o toque. Como foi feito depois da "morte oficial" do cinema de horror italiano (que foi o fracasso da obra-prima Pelo Amor e Pela Morte) e ainda é uma produção feita para a TV, ninguém ligou muito pra esse filme, e deve ser por isso que não teve ninguém processado, nem por plágio ou por agressão ao bom gosto. - Diogenes L. Cesar Ficha Técnica: Título Original: Cruel Jaws Título(s) Alternativo(s): Jaws 5: Cruel Jaws Título Nacional: Tubarão Cruel Direção: William Snyder (Bruno Mattei) Elenco: David Luther, Scott Silveria, Kristen Urso, George Barnes Jr. Ano: 1995 País: Itália Duração: 93 minutos Onde Conseguir: Se procurar em locadoras dá pra achar tranquilo, é um filme consideravelmente recente. Se achar em sebo e não gosta muito de dinheiro, compre. at 03/04/05 2:06 PM Comentários (46)
03/04/05
SESSÃO DUPLA: O Último Tubarão # ![]() Sinopse: a mesma de Tubarão. Comentários: Esse aqui é o um caso clássico do que a picaretagem italiana é capaz. O termo cinema-bis se direcionava à filmes italianos que copiavam a estética, a temática e algo do enredo de produções que faziam sucesso ao redor do globo. Porém, O Último Tubarão extrapola qualquer falsa sutileza carcamana que livrava os produtores de serem processados por plágio e copia, praticamente na íntegra, o enredo de Tubarão, o sucesso mundial do então promissor Steven Spielberg. Como o nível de picaretagem estava mais alto que o de costume (tanto que no Brasil o filme saiu como um produto da franquia Tubarão) - e esse filme estava dando mais lucro que Tubarão 2 - Spielberg e cia. decidiram processar os italianos por plágio. O que eles não esperavam é que o diretor Castellari mostrasse que o filme tinha sido baseado num livro mexicano escrito antes anos de seu sucesso marítimo. Porém como italiano não-picareta não é italiano de verdade, eles "esqueceram" de dizer aos americanos que eles também não tinham comprado os direitos do tal livro mexicano, então os engravatados da Universal se juntaram ao autor do livro e o tribunal decidiu: qualquer cópia de O Último Tubarão que estiver circulando ao redor do mundo é uma cópia ilegal. Ou seja, caso ache O Último Tubarão ou Tubarão 4 em algum sebo, compre o mais rápido possível já que o filme é uma raridade, o Brasil foi um dos únicos países privilegiados com o lançamento desse filme em vídeo (na verdade duas vezes!!!) e o filme vale muito a pena. Como o roteiro é praticamente igual ao da obra de Spielberg, não vamos perder tempo esmiuçando a trama e similares, vamos pra parte que interessa: todo o sangue que a versão americana escondia, esse aqui mostra; se Spielberg (espertamente) quase não mostra o peixão pra criar suspense, aqui - mesmo não tendo 10% dos recursos - Castellari mostra o tubarão e todos seus dentes (de plástico) à cada ataque, mesmo que não tenha efeitos eficientes o suficiente pra isso (mais disso adiante). Se comparássemos, o tubarão americano seria uma criança birrenta que morde os banhistas por manha, enquanto o tubarão do mediterrâneo é uma verdadeira máquina de matar, sedenta por sangue e capaz de qualquer esforço só pra ferrar com o dia de qualquer um que tenha ousado entrar na sua praia. Para se ter uma idéia, o nosso cartilaginoso amigo chega a derrubar um helicóptero - numa cena que seria homenageada anos depois no ótimo Pânico no Lago. Isso sem contar que ele come à seco as pernas de um coitado que é puxado pelo bicho enquanto pescava na beira do mar - vale lembrar que no filme do Spielberg o velhinho escapava são e salvo. A maior deficência do filme porém são duas: a ineficiência de Enzo G. Castellari em criar atmosfera de horror e os inacreditáveis efeitos especiais. Castellari sempre se mostrou um eficiente diretor de cenas de ação, e por isso não é à toa que filmes como O Vingador Anônimo e Keoma funcionem perfeitamente. Porém a impressão que fica nesse filme é que ele quer fazer uma versão adrenalinesca do clássico filme de Spielberg, porém a falta de recursos - já que cenas de ação com um tubarão exigiriam certamente efeitos especiais muito mais eficientes - faz com que o filme fique com uma (irresístivel, é bem verdade) aura de filme B tipicamente italiana, com muita nudez e violência gratuíta. Porém os efeitos especiais extrapolam o limite: ainda que sejam eficientes algumas (algumas!) tomadas em que a cabeça do bicho sai da água, e alguns planos à contra luz que mostram uma miniatura nadando por baixo dos barcos, no total os efeitos ultrapassam a barreira do apenas risível para se tornarem hilários. Por exemplo, nas cenas que em o tubarão vai atacar os barcos, eles simplesmente usam uma maquete mecãnica onde uma sardinha ataca um barco visivelmente de plástico - é sério! E a cena em que o tubarão morre se figura entre uma das cenas mais fantásticas desde que os irmãos Lumière filmaram um trem. Junto com Mako - O Tubarão Assassino, O Último Tubarão figura-se entre os melhores filmes sobre tubarões feitos depois do estrondoso sucesso do filme que alavancou Spielberg. Alguns anos atrás Renny Harlin acertou em cheio ao fazer um filme de ação com tubarões, o divertidíssimo Do Fundo do Mar, que não poupa o espectador de sangue e vísceras e que tem efeitos especiais tão ruins que parece uma versão século XXI dos filmes italianos. E o fato dos bichos serem tão filhos da puta neste quanto nos italianos só acrescenta algo mais ao prazer. - Diogenes L. Cesar Ficha Técnica: Título Original: L'Ultimo Squalo Título(s) Alternativo(s): The Last Shark, Great White Título Nacional: Tubarão IV, O Último Tubarão Direção: Enzo G. Castellari Elenco: James Franciscus, Vic Morrow, Micaela Pignatelli, Joshua Sinclair Ano: 1981 País: Itália Duração: 88 minutos Onde Conseguir: Em locadoras ou em sebos, se tiver sorte. Também há disponível no site Putrescine. at 03/04/05 1:57 PM Comentários (44)
01/04/05
GALERIA DO TERROR: Yokai Hanta - Hiruko # ![]() Sinopse: Um arqueologista e sua aluna são atacados por uma estranha criatura ao investigarem uma antiga câmara subterrânea construída embaixo da escola. Para solucionar o desaparecimento deles, o cunhado e o filho desse arqueologista se unem numa caçada aos malignos yokai que agora infestam o local.. Comentários: Depois de despontar no cenário independente com Tetsuo the Iron Man, Shinya Tsukamoto precisava mostrar que também seria capaz de encarar uma produção mais cara e mainstream. Este Hiruko the Goblin (baseado num mangá de Daijiro Moroboshi) e Gemini, feito em 1999, foram os únicos filmes onde Tsukamoto trabalhou como diretor contratado, só que enquanto o filme posterior trazia o cineasta em plena forma, Hiruko é sem sombra de dúvida a sua obra mais leve e por assim ser, mais comercial. O filme se resume na busca dos protagonistas pelos desaparecidos e na destruição dos monstros que foram libertados de sua prisão milenar. Antes de prosseguir, melhor explicar que essas criaturazinhas não tem nada a ver com o goblin (duende) do título em inglês. Na tentativa de aproximar os mitos do folclore japonês com as crenças ocidentais, o tradutor apenas se esqueceu de que o filme apresenta na verdade exemplares de yokai - demônios de vários tipos e formas oriundos dos contos nipônicos que adoram atazanar os seres humanos, e que por muitas vezes foram tema no cinema fantástico de lá. Podemos destacar a trilogia Yokai Hunter feita na década de sessenta, e como exemplo mais recente, a aventura Sakuya Yokaiden (2000) que traz a participação especial do nosso amigo Shinya Tsukamoto como ator. Pela primeira e única vez na sua carreira o diretor carregou no tom humorístico de um filme, sem se preocupar muito com a construção de personagens. Os pretensos matadores de yokai usam uma bicicleta para escapar deles e tem no arsenal armas peculiares como um spray capaz de espantar os monstrinhos. O chamado novo horror japonês ainda não havia surgido em 1990, por isso alguns diretores faziam a lição de casa xerocando as produções americanas. Se Kiyoshi Kurosawa (Cure, Charisma) fez Sweet Home nos moldes de Poltergeist e com efeitos especiais de Dick Smith (O Exorcista, Scanners), Tsukamoto buscou inspiração em A Morte do Demônio e O Enigma do Outro Mundo em Hiruko the Goblin. Para a confecção dos pequenos demônios, foi acionado o maluco Screaming Mad George (A Noiva do Re-Animator) e mesmo com o orçamento apertado, o seu trabalho foi muito bem realizado. Lembram-se da medonha cabeça com pernas de aranha do clássico filme de John Carpenter ? Bem, aqui nós temos dezenas. E elas até voam ! As cenas filmadas em lugares escuros são outro grande diferencial do filme. Basicamente elas lembram os jogos de computador estilo Alone in the Dark e são tudo o que o Uwe Boll quer fazer na vida. De vez em quando Shinya Tsukamoto resolve encorporar Sam Raimi acionando a câmera para sair desenfreada pelos corredores do colégio. Apesar de todas as suas qualidades, o filme peca por um desfecho pouco impactante e carregado de uma certa pieguice que acaba enfraquecendo o resultado final. Hiruko the Goblin não obteve grande sucesso nas bilheterias mas confirmou o potencial de Tsukamoto, que fez em seguida a sequência de Tetsuo the Iron Man e aos poucos foi escrevendo seu nome dentro do cenário mundial. Hiruko the Goblin é recomendado apenas para os que já conhecem o cinema de Tsukamoto. Para aqueles não iniciados recomendo correr atrás de qualquer Tetsuo (de preferência o primeiro) ou Tóquio Porrada, o filme que inspirou Clube da Luta do superestimado David Fincher. - Leandro Caraça Ficha Técnica: Título Original: Yokai Hunta Hiruko Título(s) Alternativo(s): Hiruko - The Goblin Título Nacional: Direção: Shinya Tsukamoto Elenco: Kenji Sawada, Masaki Kudou, Hideo Murota, Naoto Takenaka Ano: 1990 País: Japão Duração: 89 minutos Onde Conseguir: Na loja online HK Flix. Próxima Atração: Amanhã em Rango de Boteco, um Tubarão muito cruel. at 01/04/05 10:29 PM Comentários (63) |
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